Johnnie Walker Black Label

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dezembro 16, 2013 | Posted in Curiosidades, Produtos

A indústria do whisky em um copo

Rico, complexo e suave. Com suas origens em 1870, o “OLD HIGHLAND WHISKY” tornou-se simplesmente “JOHNNIE WALKER BLACK LABEL®” em 1909. O blend original da família Walker é considerado pelos especialistas um supremo whisky escocês de luxo, padrão pelo qual todos os outros podem ser medidos.Cada garrafa de JOHNNIE WALKER BLACK LABEL® leva duas décadas de planejamento e utiliza whiskies das melhores destilarias de toda Escócia, envelhecidos nos barris mais adequados. Nesse período, o whisky incorpora tons frutais incomuns e o clássico final defumado. Na sequência, entra em cena a habilidade dos Master Blenders, que mesclam whiskies maturados por 12 anos ou mais e criam um produto novo, profundo e complexo, com extraordinária escala de sabor.

O foco constante em qualidade e estilo permitiu a JOHNNIE WALKER BLACK LABEL® ganhar inúmeros prêmios. Hoje, o blend continua tão rico e suave como na época em que o filho e o neto de John Walker eram Master Blenders. Já foi chamado de “o Everest dos whiskies ” por Jim Murray, autor de “A Bíblia do Whisky“ e “o melhor na sua categoria” por Charles Maclean, escritor especializado em whiskies .

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Perfeitamente equilibrado

JOHNNIE WALKER® conta com o privilégio de ter acesso exclusivo aos melhores whiskies da Escócia, desde os vigorosos maltes da costa ocidental até os sabores mais sutis da costa oriental.

A partir dessa pluralidade de sabores nasceu JOHNNIE WALKER BLACK LABEL®, um whisky que apresenta nuances mais secas e turfadas. Reúne traços de baunilha, um insinuante toque de caramelo cremoso e, por fim, um sabor esfumaçado suave e persistente. Todos esses aromas fazem de JOHNNIE WALKER BLACK LABEL® um blend exclusivo, com caráter macio, profundo e complexo.

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Alcance global

As origens de JOHNNIE WALKER BLACK LABEL® remetem à época em que Alexander, filho de John Walker, assumiu os negócios em 1857. Percebendo o potencial não explorado dos blends de seu pai, Alexander concentrou-se em expandir o mercado de whiskies. Ele se inspirou no estilo defumado característico dos blends de seu pai. Em 1867, registrou o “Old Highland Whisky”, precursor do atual JOHNNIE WALKER BLACK LABEL®.

Em 1889, John Walker & Sons já havia estabelecido negócios em Londres, Sidney e Paris, além de contar com agentes de distribuição na África do Sul, Estados Unidos e Índia. Naquela época, poucas marcas eram distribuídas tão amplamente.

Na década de 1890, os netos de John Walker, Alexander II e George, já estavam à frente dos negócios. Seguindo o espírito inovador de seus ancestrais e o princípio de produzir whiskies de alta qualidade, eles desenvolveram uma nova visão, identificando maneiras de alcançar novos níveis de sucesso comercial.

Com uma visão de marketing inovadora, os irmãos entenderam a importância de produzir uma marca que poderia ser facilmente reconhecida. A chave estava no inconfundível rótulo preto inclinado. Em 1909, as palavras ‘BLACK LABEL’ apareceram na garrafa pela primeira vez.

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Como servir

JOHNNIE WALKER BLACK LABEL® pode ser apreciado puro, com gelo ou com um pouco de água (com ou sem gás).

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Suplementos nutricionais e consumo de bebidas alcoólicas

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agosto 19, 2013 | Posted in Sem categoria

É preciso ter critérios e bom senso na hora de consumir os dois.

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Uma dúvida comum nos consultórios é se o consumo de bebidas alcoólicas atrapalha ou faz mal quando a pessoa faz uso de suplementos nutricionais. Desde que consumidos em momentos distintos, de acordo com os especialistas, não há evidências científicas de que o efeito proposto por esses produtos seja prejudicado pela ingestão de bebidas alcoólicas.

O médico do esporte e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), doutor Jomar Souza alerta que “os efeitos nocivos dessas substâncias [suplementos] são potencializados quando usadas em conjunto com bebidas alcoólicas”.

O Dr. Jomar ainda orienta que “anabolizantes e aceleradores metabólicos (termogênicos) nunca devem ser usados como suplementos. Somente as proteínas, e mesmo assim, sob orientação médica ou de um nutricionista. Quanto às bebidas alcoólicas, devem ser ingeridas com moderação em eventos sociais e nunca com exercícios e/ou eventos esportivos”.

A adoção de suplementação nutricional é cada vez mais comum para melhorar o desempenho esportivo e atende também àquelas pessoas que buscam saúde com níveis melhores de nutrientes faltantes na alimentação. O Ministério da Saúde considera suplemento produtos que não ultrapassam 100% da ingestão alimentar recomendada para determinado nutriente. Acima disso, ele se torna um medicamento.

Por questões de segurança à saúde, antes de usar qualquer suplementação, há de ser feita uma avaliação, ter acompanhamento médico e seguir uma alimentação elaborada por um nutricionista. O trabalho conjunto dos especialistas é o mais indicado e coerente. São eles que, por meio de exames laboratoriais, irão saber o que o corpo precisa para funcionar bem, as quantidades e onde encontrar. Um suplemento jamais deve ser usado de forma indiscriminada.

Fonte: Sem Excesso

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Ypióca conquista o paladar dos Norte Americanos

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julho 23, 2013 | Posted in Notícias, Produtos

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Marca recebe selo prata e bronze numa das mais concorridas competições de destilados do
mundo

A mais apreciada das cachaças premium teve sua qualidade reconhecida na 13ª edição da
San Francisco World Spirits Competition. Realizada no fim do mês de março, a competição de
melhores destilados marcou a história da YPIÓCA® ao classificar a Ypióca Crystal com a
Medalha de Prata e a Empalhada Ouro com status de Bronze.

Avaliada como a disputa mais respeitada do mundo dos destilados, a San Francisco World
Spirits Competition foi o primeiro julgamento de destilados dos Estados Unidos a contemplar
marcas internacionais. Os produtos são analisados pelos melhores profissionais do setor em
testes cegos e de forma que assegure uma competição justa. Nesta edição, participaram 34
dos melhores especialistas da indústria de bebidas, constituído por experts de grandes
restaurantes, jornalistas e consultores, que aprovaram a qualidade da Ypióca.

Com mais de 165 anos de história, a YPIÓCA® foi a primeira marca a exportar cachaça, em
1968, para a Alemanha. É uma companhia nacional, atua em todo o território brasileiro e em
mais de 40 países. Hoje, a marca faz parte do portfolio de destilados da DIAGEO, líder mundial
de bebidas premium, que também conta com marcas como SMIRNOFF® e JOHNNIE
WALKER®.

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Gelatina de pinga

gelatina de pinga

julho 8, 2013 | Posted in Receitas

A infância da Flávia teve vários sabores. Um deles é o gostinho da gelatina de pinga. Receita deliciosa que nos faz lembrar dos bons velhos tempos.

gelatina de pinga

A sua infância tem um sabor? A minha teve não um, mas vários! Boa parte das lembranças que tenho estão de fato relacionadas com algo que era preparado pela minha mãe ou pela minha avó materna com quem tive mais contato. E se eu fechar bem os olhos ainda consigo viajar no tempo e os aromas que sentia naquela época parecem invadir o lugar onde estou. Pra mim não há nada mais reconfortante do que reviver estes sabores e também aqueles momentos.

Conto com a sorte de ter a minha mãe por perto e poder, sempre que me dá aquela sensação de saudade, pedir alguns destes pratos, e muitos deles eu ainda não aprendi a fazer e é aí que eu entro com aquela voz manhosa dizendo… “Mãe faz aquele doce pra mim por favor?”. E você sabe né? Mãe é mãe, e claro que ela sempre prepara.

Desta vez não podia ser diferente, mas a desculpa foi que eu queria aprender a receita, o que não deixou de ser verdade. Mas como hoje em dia a comunicação está mais moderna fiz aquele dengo todo por e-mail mesmo e eis que alguns dias depois estávamos juntas, na casa da minha dela, preparando a famosa receita de gelatina de pinga, e claro dando boas risadas relembrando o tempo em que eu e minha irmã ficávamos aguardando a receita ficar pronta para ajudá-la a envolver os docinhos no açúcar, tarefa que adorávamos fazer.

Mas aí você pode se espantar e me perguntar: “Pera aí, é uma receita com pinga e vocês serviam isso em festa de criança???”…risos… Sim, e podem ficar tranquilos, porque apesar de ser um doce feito com um ingrediente alcóolico, ele sempre esteve presente em nossas festinhas e fazia a alegria não só das crianças, mas também a dos adultos, porque afinal todo o álcool evapora, deixando apenas aquele sabor delicioso. Isso acontece porque o ingredientes são levados ao fogo até a água ferver. O ponto de ebulição da água é maior que o do álcool, o que significa que quando a água ferve o álcool já se evaporou completamente.

A receita, que minha mãe aprendeu há mais de 30 anos em um curso, foi a responsável inclusive, por complementar a renda da família por um bom tempo. Naquela época em que a nossa situação financeira deu uma complicada, minha mãe preparava as gelatinas, embalava e vendia em um lugar muito conhecido em Campo Grande/MS onde morávamos, chamado Casa do Artesão.

AUTOR(A) Fla Telles
INGREDIENTES
  1. 4 pacotes de gelatina sem sabor branca (ou 3 brancas e 1 vermelha)
  2. 1 copo americano de pinga
  3. 2 xícaras de água
  4. 1 colher de chá de baunilha
  5. 1 kg de açucar
  6. anilina em pó para dar cor
INSTRUÇÕES DE PREPARO
  1. Colocar todos os ingredientes, exceto a baunilha, numa panela alta e grossa de alumínio.
  2. Mexer e levar ao fogo brando mexendo de vez em quando.
  3. Retirar do fogo quando levantar fervura, acrescentar a baunilha e mexer. Levar ao fogo novamente por mais 15 minutos, só que dessa vez sem mexer.
  4. Retirar do fogo e com uma colher retirar aquela espuminha branca que se forma.
  5. Diluir a anilina em pó em água.
  6. Colocar a anilina aos poucos até dar o tom desejado.
  7. Untar uma forma com óleo utilizando um pincel ou untar uma assadeira de 1 cm de altura com manteiga e colocar a gelatina.
  8. Depois de dura, cortar com tesoura e polvilhar açúcar.
Quantos momentos especiais relembramos juntas neste dia e como foi bom poder fazer isto com a minha querida mãe! E pensando nisso cheguei a uma conclusão: não tenho dúvidas de que por trás de toda receita existe uma boa história. Esta é a minha… qual será a sua?Fonte: Mapa da Cachaça

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Dá para beber cerveja e vinho juntos sem estragar a refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

julho 4, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Sommelier desmistifica a ideia de que não é possível conciliar as duas bebidas enquanto se aprecia um prato

São Paulo – A escolha de uma bebida para harmonizar com um almoço ou jantar especial pode, muitas vezes, gerar dúvidas em quem gosta tanto de vinho quanto de cerveja. No entanto, poucos sabem que não é preciso escolher um ou outro para acompanhar os pratos. De acordo com o sommelier Rene Aduan Jr., os alimentos podem ficar bastante saborosos com ambas as bebidas, ingeridas alternadamente.

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

“A ideia é criar outro conceito de refeição. A gente separa os momentos festivos e os de celebração mais formal. Na praia, é cerveja, no restaurante, é vinho. Mas a cerveja é baseada em quatro matérias primas e isso faz com que ela possa ter um resultado até melhor do que o vinho, que se baseia só na fruta”, afirma. Uma vez que o preconceito é quebrado, o desafio passa a ser descobrir as melhores combinações em cada etapa.

Dependendo do que vier na entrada, prato principal e sobremesa, deve-se escolher um tipo específico de bebida. A comida, quando bem harmonizada, pode tomar sabores e texturas bem diferentes e ricos, devido à variedade de ingredientes e tipos de produção dos rótulos. Um mesmo prato, segundo Rene, pode gerar uma experiência nova, se consumido com cerveja ou vinho. Por isso, nada impede que se coma com dois copos à disposição.

O único cuidado a ser tomado, para não estragar o sabor, é não beber um seguido do outro. Para aproveitar ao máximo, o melhor é intercalar goles e garfadas, para “limpar” o gosto da boca. A água também ajuda nesse ponto, com a vantagem de hidratar e evitar a temida ressaca, que ocorre quando há exagero nas quantidades, não devido à simples mistura de bebidas.

“Álcool etílico é álcool etílico. Não tem problema misturar, mas a quantidade é que importa na hora de passar mal”, lembra o sommelier, que sempre se depara com essa crença quando fala sobre harmonização de vinho e cerveja.

Além de criar uma experiência peculiar, Rene afirma que aderir à harmonização com vinho e cerveja deixa a conta do jantar mais barata, já que o primeiro costuma ser bem mais caro do que a segunda. “Se pegar a melhor cerveja do mundo, ela não sai por mais do que 200 reais. Já um dos melhores vinhos, de uma safra anual, pode chegar a seis ou sete mil euros. Você consegue ter uma ótima experiência com um produto mais acessível”, diz.

Fonte: Exame

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