Pipoca & Cerveja – Combinação boa para a saúde.

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janeiro 4, 2013 | Posted in Notícias

Cientistas concluíram que comer pipoca pode prevenir o envelhecimento precoce e que tomar um copo de cerveja por dia combate diabetes

O cheirinho da pipoca está no ar e, ao lado daquela tigela bem cheia, uma geladíssima caneca de cerveja. Tem coisa melhor? Cientistas da Universidade de Scranton, da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Universidade de Barcelona, na Espanha, garantem que não, pelo contrário, tanto a pipoca como a cerveja podem ser muito benéficas à saúde humana.

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A pipoca, segundo uma pesquisa divulgada nesta semana pela Universidade de Scraton, é rica em polifenóis, substâncias químicas antioxidantes encontrada geralmente em frutas, legumes e hortaliças, que são capazes de ajudar na prevenção do envelhecimento precoce, Mal de Alzheimer e até de alguns cânceres.

Os antioxidantes são responsáveis por diminuir a presença dos radicais livres no organismo do ser humano e, de acordo com os cientistas norte-americanos, 30 gramas de pipoca contém até 300 microgramas de antioxidantes, quase o dobro da quantidade encontrada nas frutas (porções de 80 gramas têm em geral 160 microgramas de antioxidantes).

A pesquisa revelou, ainda, outro dado bastante interessante: a maior concentração de polifenóis está naquela casquinha dura e de cor marrom da pipoca (aquela que incomoda a gengiva dos consumidores) e uma porção diária da guloseima pode oferecer ao ser humano 70% de sua necessidade diária de consumir grãos integrais.

Em Barcelona, cientistas da Universidade de Barcelona, médicos do Hospital Clínico de Barcelona e pesquisadores do Instituto Carlos III de Madri, comprovaram que tomar cerveja diariamente combate a diabetes, evita ganho de peso e previne contra a hipertensão. A bebida, segundo Rosa Lamuela, médica do hospital clínico, ainda é muito rica em ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio, que são nutrientes que protegem o coração.

Os resultados do estudo foram divulgados após 1.250 pessoas, entre homens e mulheres com idade superior a 57 anos, terem passado por testes. Lamuela disse que as mulheres podem tomar dois copos pequenos de cerveja por dia e os homens, três.

Mas para que a pipoca e a cerveja sejam benéficas ao organismo, os cientistas alertam: a pipoca deve ser preparada com o mínimo de óleo possível e a ingestão da cerveja não pode acompanhar petiscos fritos ou salgadinhos calóricos. Os dois alimentos também exigem que o consumidor mantenha uma rotina de exercícios físicos, caso contrário, o efeito será negativo.

Fonte: Globo.com | Globo Rural – 01/04/2012

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Fabricantes vão reduzir nível de benzeno nas principais marcas de refrigerante

Refrigerantes com  benzeno

janeiro 24, 2012 | Posted in Notícias

As principais marcas de refrigerante light ou diet cítrico terão menos benzeno nos próximos anos, substância que pode provocar câncer. Responsáveis por quase 90% do mercado brasileiro, as empresas Coca-Cola, Schincariol e Ambev comprometeram-se a reduzir a quantidade de benzeno em suas bebidas ao máximo de 5 ppb (partes por bilhão) ou 5 microgramas por litro, o mesmo parâmetro usado para a água potável.

A meta foi acertada com o Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais, deve ser atingida até 2017 e vale para todo o país. O acordo chega dois anos depois que a Associação de Consumidores Proteste apontou alta concentração de benzeno em refrigerantes de diferentes marcas.

Em 2009, a associação analisou 24 amostras de diversos refrigerantes e detectou a presença de benzeno em sete delas. Em duas amostras de bebidas cítricas – Fanta Laranja Light (Coca-Cola) e Sukita Zero (Ambev) – o nível foi superior ao considerado tolerável para o consumo humano. Depois da pesquisa, o MPF começou a investigar o caso.

Nos refrigerantes, o benzeno surge da mistura do ácido benzóico com a vitamina C. Nos refrigerantes normais, esse processo não ocorre por causa do açúcar, que inibe a reação química.

Estudos de mais de três décadas atrás apontam que a exposição ao benzeno eleva o potencial de câncer e doenças no sangue. “Ele é tóxico e causador de leucemia e outros tumores, dependendo da quantidade e do tempo de exposição”, disse o presidente da Associação Brasileira de Hemoterapia e Hematologia (ABHH), Cármino de Souza.

A maioria das pesquisas avaliou públicos específicos, como trabalhadores dos setores petroquímico e de siderurgia que lidam diretamente com a substância. O médico explicou que ainda há pouca informação sobre os efeitos do benzeno na saúde da população em geral, mas advertiu que a menor  exposição ao agente químico diminui as chances de doenças sanguíneas. “Temos contato com benzeno diariamente. O ideal é zero, o mínimo possível”.

O benzeno está presente na fumaça do cigarro e dos carros. É também usado na fabricação de plásticos, borrachas e detergentes.

Para o procurador da República Fernando Martins, que conduziu as negociações, o acordo com a indústria foi a saída mais rápida para garantir a proteção da saúde dos consumidores. Segundo ele, se o caso fosse parar nos tribunais, poderia se arrastar por anos sem solução. “É uma questão que fica resolvida”, disse.

O prazo de cinco anos, conforme Martins, serve para as empresas adaptarem o processo de produção, com o foco na redução do benzeno. Quem descumprir o compromisso, terá de pagar multa ou sofrer outras penalidades.

Em nota, a Ambev informou que já adota o limite da água potável em seus produtos. “A Ambev reforça que trabalha sob os mais rígidos padrões de qualidade, em total atendimento à legislação brasileira e que seus produtos estão de acordo com o parâmetro adotado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive para a água potável”.

A Schincariol informou que vai continuar cumprindo as exigências das autoridades.  “A Schincariol assumiu o compromisso junto ao Ministério Público Federal na assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e, portanto, continuará atendendo normalmente às premissas exigidas pelas autoridades”, diz a nota da empresa.

Na página da Coca-Cola na internet, a empresa informa que a presença de benzeno em bebidas não é ameaça significativa à saúde. Segundo a fabricante, órgãos internacionais reguladores da alimentação, como dos Estados Unidos e da União Europeia, apontam o ar como a principal forma de exposição do  homem ao benzeno por causa da fumaça e queima de combustível dos carros nas cidades. “Alimentos e bebidas são responsáveis por menos de 5% da exposição total do ser humano ao benzeno”, conforme informações publicadas no site da Coca-Cola no Brasil.

As empresas argumentam também que traços da substância nos produtos estão relacionados à quantidade de benzeno pré-existente na água.

No Brasil, não existe limite de benzeno para os refrigerantes. A legislação sanitária prevê valor somente para a água potável, de 5 ppb (partes por bilhão), igual ao adotado pelos Estados Unidos. De acordo com a associação Proteste, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece em até 10 ppb a quantidade de benzeno para a água. Na União Europeia, é 1 ppb.

Fonte: noticias.uol.com.br 05/11/2011

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A Cerveja é Mais Saudável que o Vinho.

janeiro 11, 2012 | Posted in Curiosidades

Estudo mostra que a cerveja pode proteger o organismo de problemas cardiovasculares.

Consumidas de modo moderado, as bebidas alcoólicas protegem contra doenças cardiovasculares. Um estudo publicado na revista especializada “American Journal of Clinical Nutrition” comprovou que o consumo moderado de cerveja age de modo mais positivo que o consumo moderado de vinho. Neste estudo os cientistas pesquisaram a relação entre a concentração de homocisteína no sangue dos pesquisados e o consumo de diversas bebidas alcoólicas na população francesa. Homocisteína é um indicador reconhecido pela medicina para o risco de adoecer de problemas cardiovasculares: se a concentração no sangue for elevada, sobe o risco. Se ao contrário for baixa, o risco de adoecer é menor.

O claro resultado do estudo: o consumo de vinho aumentou a concentração de homocisteína no sangue dos pesquisados, enquanto que o consumo de cerveja não demonstrou esse efeito. Ao contrário, trouxe um efeito redutor. A Sociedade para Medicina da Nutrição e Dietética, de Bad Aachen, Alemanha, atribui esta ação positiva do consumo de cerveja às elevadas concentrações de ácido fólico, vitamina B6 e vitamina B12 na cerveja.

Antes de tudo uma carência de ácido fólico pode contribuir para um nível elevado de homocisteína e com isso aumenta o risco de se sofrer problemas cardiovasculares. A cerveja é uma fonte muito importante de ácido fólico e com isso um legítimo bloqueador de homocisteína: já um litro de cerveja cobre quase um terço das necessidades diárias de ácido fólico.

Com isso o consumo moderado de cerveja é confirmado mais uma vez como uma contribuição importante para uma alimentação saudável. E esse consumo moderado se encontra em torno de um litro de cerveja por dia para os homens e 0,5 litro de cerveja para as mulheres.

Fonte = www.cervesia.com.br/cerveja-e-saude/112-a-cerveja-e-mais-saudavel-que-o-vinho.html

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