Vodka Rajska – Uma das mais vendidas no sul do país

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julho 24, 2013 | Posted in Curiosidades, Produtos

Rajska

A vodka é definida de forma clássica como uma bebida alcoólica incolor, inodora e insípida. Quanto ao modo de beber, pode ser pura, em coquetéis ou na tradicional “caipiroska” brasileira. O importante é servi-la sempre bem gelada.

A Vodka Rajska é tridestilada e está entre as melhores vodkas brasileiras, graças a um processo próprio que lhe confere pureza, aroma e sabor diferenciados. É uma bebida cristalina, elaborada a partir de destilado alcoólico neutro retificado e água de fonte natural, submetidos a tratamento especial em filtros de carvão ativado.

A Rajska segue como uma das vodkas mais vendidas no sul do país e está conquistando todo o Brasil, graças a uma excelente relação qualidade-embalagem-preço, que a coloca numa confortável posição comercial.

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Um whisky muito viajado

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julho 22, 2013 | Posted in Curiosidades, Produtos

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A história de JOHNNIE WALKER RED LABEL® começou com a visão pioneira da família Walker. John Walker e seus filhos viram uma oportunidade de levar seu whisky para além das fronteiras da Escócia. Eles se esforçaram para tornar JOHNNIE WALKER RED LABEL® a preferência mundial, e não desistiram até alcançar esse objetivo, consolidando-se como uma das primeiras marcas verdadeiramente globais.

Alexander Walker criou a característica garrafa quadrada em 1860, com o rótulo colocado a um ângulo de precisamente 24º. Em um mercado que priorizava as garrafas redondas, rapidamente o whisky tornou–se mundialmente reconhecido: um design emblemático para um whisky emblemático.

Os intrépidos comerciantes e engenheiros que zarparam da Escócia há 100 anos, levando com eles o JOHNNIE WALKER RED LABEL®, são os responsáveis pelo rápido crescimento da popularidade do whisky no mundo inteiro. Como a família Walker certa vez disse: “Nós fomos a todos os lugares onde os navios podiam nos levar” – um espírito pioneiro que continua até hoje.

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Bebidas: Gin

Dry Martini, feito para guerreiros

julho 6, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Ele já foi considerado “bebida de velho”, coisa dos anos 70, da época que nossos pais eram jovens e mais uma porção de infâmias. Hoje volta à cena como forte expressão de sofisticação e bom gosto. Assim como os grandes heróis, tem uma história atribulada e cheia de peculiaridades, com seus primeiros registros no século XI.

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A principal característica do gin é o uso do óleo essencial de zimbro (genièvre do francês e jenever do holandês) adicionado a um álcool de cereais neutro. Como sempre friso, a maioria dos álcoóis é obtida da mesma forma e o processo pós-destilação é que lhes confere as características peculiares de sabor, cor, aroma e textura.

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Fins medicinais ou recreativos?

Desde a idade média são conhecidas as propriedades medicinais do zimbro, tais como:

  • digestivo,
  • antifúngico,
  • antiinflamatório,
  • diurético,
  • anti-reumático,
  • imunoestimulante

…entre mais uma dúzia de aplicações que naquela época poderiam salvar vidas, visto que as condições de higiene e conservação de alimentos eram péssimas. Assim ele tornou-se rapidamente parte da cultura popular como “um santo remédio”.

Foi na Holanda do século XVI que o médico-cientista Franciscus Sylvius concebeu a mistura com álcool que hoje conhecemos como gin, para o tratamento de males como gota, doenças de rim, estômago e cálculos biliares. Ele era vendido em pequenos frascos nas farmácias. E foi assim até a Revolta Holandesa, conflito entre protestantes dos Países Baixos contra católicos do império Espanhol, de 1566-68 a 1609.

Poção da guerra

Os ingleses, aliados dos protestantes, tiveram contato com uma substância considerada calmante – largamente consumida pelos soldados holandeses antes das batalhas. Ao final da guerra ficou conhecida no Reino Unido como “Calma Holandesa”, a qual foi amplamente difundida na Inglaterra uma vez que o governo permitiu sua produção com grãos de baixa qualidade que não serviam para a fabricação de cerveja.

Com o passar do tempo desencadearam-se uma série de problemas de saúde pública ligados ao alcoolismo, o que forçou o governo inglês a tomar medidas duras como aumento dos impostos de produção e restrições nas vendas, sendo necessárias licenças para comercialização. Além disso, os destiladores só poderiam fornecer a vendedores em sua mesma jurisdição, para ter maior controle e fomentar a economia local.

Dry Martini, feito para guerreiros

Dry Martini, feito para guerreiros

Nas colônias britânicas em países tropicais o gin era usado para disfarçar o sabor do quinino usado preventivamente no combate à malária. Mas nos Estados Unidos essa desculpa não colou durante a lei seca e ele tornou-se o principal produto traficado pela máfia italiana, visto que nos anos 20 do século passado cheirar cocaína e fumar maconha eram hábitos de socialização e a bebida que era o grande mal.

O cinco tipos de gin nos dias de hoje

Atualmente existem diversos tipos de gin, que se dividem em cinco grandes grupos classificados pela família aromática dos ingredientes utilizados em suas notas botânicas. São eles:

Clássico: aqueles predominante de zimbro com um ligeiro toque cítrico e picante. São os gins conhecidos secos apesar de que, na verdade, todos os gins são geralmente secos e sem açúcar, por isso estes são denominados ou London Dry Gin.

Exemplo deste tipo de gin: Seagrams, Plymouth, Tanqueray ou 209.

Cítricos: Aqueles em cuja composição botânica é dominada pelos citrinostransversais, aromas e notas de sabor tais como laranja, limão, grapefruit ou tangerina.

Exemplos:: Tanqueray Ten, Larios Londres # 1 ou 12.

Especiados: composição botânica com caráter reforçado de especiarias como coentro, raiz de angélica(ou erva do espírito santo) , raiz de lírio, canela, cardamomo, pimentas dos mais variados tipos e noz-moscada.

Exemplos: Magellan, Citadelle e Brecon.

Herbais: Notas marcantes de ervas como tomilho, hortelã, alecrim, manjericão.

Exemplos: Gin Mare e Blackwoods.

Florais: Aqueles em cuja principal característica vem de flores ou frutos como flor de uva verde, jasmim, violeta, olho de dragão e cassis.

Exemplos: G’Vine Floraison, Fifty Pounds ou Geranium.

Uma curiosidade que merece detaque é que o Steinhaeger também é um gin, o mais notável da Alemanha.

Os Gins no Brasil

Esta é uma bebida pouco consumida atualmente em nosso país, ficando atrás de vodka, cachaça, whisky e tequila. Portanto, somente as grandes indústrias têm porte para manter algumas boas marcas no mercado e os melhores gins do mundo, que geralmente são de alguma destilaria boutique, infelizmente não são encontrados por aqui. O preço do gin no Brasil é uma realidade completamente diferente dos países mais consumidores, mas sinceramente acho que o investimento vale cada gota.

Alguns dos gins mais consumidos na Europa e Ásia são encontrados facilmente por aqui, como o Tanqueray em suas versões London Dry e Ten, o Beefeater, o Gordon’s e o Bombay Sapphire.

Se você nunca bebeu gin ou ainda tem algum tipo de restrição, aconselho começar com marcas nacionais mais acessíveis de forma a ambientar seu paladar, pois o sabor e aroma do gin são completamente diferentes dos demais destilados que conhecemos. São fortes, “assanhados”, visto que gin tem teor alcóolico bem superior a whisky ou tequila, chegando fácil na casa dos 47° ou mais.

Suas portas de entrada podem ser Gilbey’s ou Seagers. Os dois estão na mesma faixa de preço, porém o Gilbey’s é mais aprimorado chegando mais próximo dos importados.

Fonte: Papo de Homem

 

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Tomar cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos

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julho 5, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Uma pesquisa americana, publicada pela revista Journal of the Science of Food and Agriculture comprova que tomar cerveja de forma moderada pode ajudar no combate a osteoporose , doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas.

cerveja 2De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, substância que ajuda no fortalecimento dos ossos.

Entretanto, alguns nutricionistas alertam que os possíveis benefícios da cerveja podem ser anulados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de álcool aumenta o risco de fraturas dos ossos.

Cerveja clara e cerveja escura

Segundo os cientistas, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também, em menor quantidade, no lúpulo.

O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as ales (cervejas de fermentação a temperaturas mais altas) claras e as lagers (com baixa fermentação ou fermentação a frio).

Nas cervejas escuras, o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade de silício. As cervejas feitas com trigo, segundo os pesquisadores, teriam uma quantidade pequena de silício.

Fonte: Viva Bem / Band

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Dá para beber cerveja e vinho juntos sem estragar a refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

julho 4, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Sommelier desmistifica a ideia de que não é possível conciliar as duas bebidas enquanto se aprecia um prato

São Paulo – A escolha de uma bebida para harmonizar com um almoço ou jantar especial pode, muitas vezes, gerar dúvidas em quem gosta tanto de vinho quanto de cerveja. No entanto, poucos sabem que não é preciso escolher um ou outro para acompanhar os pratos. De acordo com o sommelier Rene Aduan Jr., os alimentos podem ficar bastante saborosos com ambas as bebidas, ingeridas alternadamente.

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

“A ideia é criar outro conceito de refeição. A gente separa os momentos festivos e os de celebração mais formal. Na praia, é cerveja, no restaurante, é vinho. Mas a cerveja é baseada em quatro matérias primas e isso faz com que ela possa ter um resultado até melhor do que o vinho, que se baseia só na fruta”, afirma. Uma vez que o preconceito é quebrado, o desafio passa a ser descobrir as melhores combinações em cada etapa.

Dependendo do que vier na entrada, prato principal e sobremesa, deve-se escolher um tipo específico de bebida. A comida, quando bem harmonizada, pode tomar sabores e texturas bem diferentes e ricos, devido à variedade de ingredientes e tipos de produção dos rótulos. Um mesmo prato, segundo Rene, pode gerar uma experiência nova, se consumido com cerveja ou vinho. Por isso, nada impede que se coma com dois copos à disposição.

O único cuidado a ser tomado, para não estragar o sabor, é não beber um seguido do outro. Para aproveitar ao máximo, o melhor é intercalar goles e garfadas, para “limpar” o gosto da boca. A água também ajuda nesse ponto, com a vantagem de hidratar e evitar a temida ressaca, que ocorre quando há exagero nas quantidades, não devido à simples mistura de bebidas.

“Álcool etílico é álcool etílico. Não tem problema misturar, mas a quantidade é que importa na hora de passar mal”, lembra o sommelier, que sempre se depara com essa crença quando fala sobre harmonização de vinho e cerveja.

Além de criar uma experiência peculiar, Rene afirma que aderir à harmonização com vinho e cerveja deixa a conta do jantar mais barata, já que o primeiro costuma ser bem mais caro do que a segunda. “Se pegar a melhor cerveja do mundo, ela não sai por mais do que 200 reais. Já um dos melhores vinhos, de uma safra anual, pode chegar a seis ou sete mil euros. Você consegue ter uma ótima experiência com um produto mais acessível”, diz.

Fonte: Exame

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