Tomar cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos

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julho 5, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Uma pesquisa americana, publicada pela revista Journal of the Science of Food and Agriculture comprova que tomar cerveja de forma moderada pode ajudar no combate a osteoporose , doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas.

cerveja 2De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, substância que ajuda no fortalecimento dos ossos.

Entretanto, alguns nutricionistas alertam que os possíveis benefícios da cerveja podem ser anulados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de álcool aumenta o risco de fraturas dos ossos.

Cerveja clara e cerveja escura

Segundo os cientistas, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também, em menor quantidade, no lúpulo.

O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as ales (cervejas de fermentação a temperaturas mais altas) claras e as lagers (com baixa fermentação ou fermentação a frio).

Nas cervejas escuras, o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade de silício. As cervejas feitas com trigo, segundo os pesquisadores, teriam uma quantidade pequena de silício.

Fonte: Viva Bem / Band

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Dá para beber cerveja e vinho juntos sem estragar a refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

julho 4, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Sommelier desmistifica a ideia de que não é possível conciliar as duas bebidas enquanto se aprecia um prato

São Paulo – A escolha de uma bebida para harmonizar com um almoço ou jantar especial pode, muitas vezes, gerar dúvidas em quem gosta tanto de vinho quanto de cerveja. No entanto, poucos sabem que não é preciso escolher um ou outro para acompanhar os pratos. De acordo com o sommelier Rene Aduan Jr., os alimentos podem ficar bastante saborosos com ambas as bebidas, ingeridas alternadamente.

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

Vinho e cerveja podem ser ótimos acompanhamentos para completar uma refeição

“A ideia é criar outro conceito de refeição. A gente separa os momentos festivos e os de celebração mais formal. Na praia, é cerveja, no restaurante, é vinho. Mas a cerveja é baseada em quatro matérias primas e isso faz com que ela possa ter um resultado até melhor do que o vinho, que se baseia só na fruta”, afirma. Uma vez que o preconceito é quebrado, o desafio passa a ser descobrir as melhores combinações em cada etapa.

Dependendo do que vier na entrada, prato principal e sobremesa, deve-se escolher um tipo específico de bebida. A comida, quando bem harmonizada, pode tomar sabores e texturas bem diferentes e ricos, devido à variedade de ingredientes e tipos de produção dos rótulos. Um mesmo prato, segundo Rene, pode gerar uma experiência nova, se consumido com cerveja ou vinho. Por isso, nada impede que se coma com dois copos à disposição.

O único cuidado a ser tomado, para não estragar o sabor, é não beber um seguido do outro. Para aproveitar ao máximo, o melhor é intercalar goles e garfadas, para “limpar” o gosto da boca. A água também ajuda nesse ponto, com a vantagem de hidratar e evitar a temida ressaca, que ocorre quando há exagero nas quantidades, não devido à simples mistura de bebidas.

“Álcool etílico é álcool etílico. Não tem problema misturar, mas a quantidade é que importa na hora de passar mal”, lembra o sommelier, que sempre se depara com essa crença quando fala sobre harmonização de vinho e cerveja.

Além de criar uma experiência peculiar, Rene afirma que aderir à harmonização com vinho e cerveja deixa a conta do jantar mais barata, já que o primeiro costuma ser bem mais caro do que a segunda. “Se pegar a melhor cerveja do mundo, ela não sai por mais do que 200 reais. Já um dos melhores vinhos, de uma safra anual, pode chegar a seis ou sete mil euros. Você consegue ter uma ótima experiência com um produto mais acessível”, diz.

Fonte: Exame

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Vinhos. Noções de base I

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julho 2, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

vinicola

Ora pois, pá! Para falarmos de vinho temos de ter em mente alguns conceitos básicos, afim de não nos perdermos em pedantismos exigentes ainda mais em estado de embriagues. Até porque vinhos é pra quem gosta de vinho, e não pra gente metida e arrogante que se acha melhor que as outras porque bebe vinho, a não ser que ela goste de vinho e me pague algumas garrafas, como é obvio.

 

O Enófilo

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No mundo vinícola encontramos três participantes com uma rotineira redundante freqüência. A começar pelo enófilo, este é o mais importante de todos , afinal é quem bebe e conhece ao menos o que bebe, a raiz etimológica da palavra é Eno, que vem do grego vinho, e filo, que significa amante. Este é aquele que os profissionais tentam agradar.

O Enólogo

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Depois encontramos o enólogo, eno de vinho, e logos de conhecimento, logo o que conhece o vinho. Este é o artista, aquele que está junto da videira desde o inicio colheita da uva, até o momento de por o vinho no mercado. É o profissional responsável por todas as nuances da sua profissão.

O Sommelier

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Temos também o sommelier, que vem do somm, do sânscrito individuo idôneo e responsável, e elier, bebedor profissional. Esta profissão surgiu frente a necessidade de dar a conhecer as nuances deste produto que nem sempre é fácil de apreciar, e justamente sua correta apreciação é fundamental. Na escola entre guerrinhas de papel e bebedeiras fenomenais, perguntavam-nos porque seríamos sommeliers se normalmente quem pode estudar para exercer esta profissão pode ser enólogo, a resposta e sempre a mesma. Enólogo na frente do vinho tem de tomar decisões, e nós, sommeliers, na frente de decisões, tomamos vinho. Sem mais delongas.

Vinho de Jabuticaba?

jabuticaba

Vinho é toda bebida composta do mosto (suco) de uva fermentado. Portanto nada de escrever sobre vinhos de jabuticaba, até porque não é vinho, a menos que façam abaixo-assinado, depois de um porre de vinho de jabuticaba, dos que meu avô faz então, ui. Quero ver quem escreve o nome!

Eno o quê?

Esta palavrinha Eno é muito encontrada entre aqueles que gostam mais de falar que beber vinho, não se espante se começar a receber enoabraços, enobeijos, enotchaus, ou coisa que valha depois de falar sobre vinho durante algum tempo. Eu dispenso a paneleiragem. Nada contra enocumprimentos, nem paneleiros. Baco me livre!

Ah sim. Grande Baco.

Baco é o antigo Deus grego do vinho. Ah pois é! Cerveja é boa e existem a quase tanto tempo, desde o antigo Egito, mas ninguém se lembrou da coitada na hora de eleger Deus da Cerveja..merecia a pobrezinha. Baco era um Deus gordinho com vinhedos nas orelhas que tinha grandes festas dedicadas a ele, orgias com as bacantes. Ai nessas horas que saudade da Grécia dos velhos tempos. Depois foi adotado pelos romanos sob o nome de Dionísio, mas as orgias regadas a vinho continuaram.

Falar de vinhos específicos exigem alguma perícia que a prática nos concede, utilizando adjetivos que reunidos formam o que os profissionais chamam de vocabulário organoléptico. Para facilitar nesta parte vou começar a repassar sempre três palavras costumeiramente encontradas neste conjunto de expressões e adjetivos, mas para não facilitar demais vou por sempre uma para servir de armadilha. Vamos ver então aqueles que encontram a que não pertence ao grupo.

A

Aveludado

Vinho macio, embora encorpado, daqueles que descem bem redondinho, mesmo sabendo que 2 garrafas vão te deixar assim meio que na mão do bozó.

Adstringente

Vinho desequilibrado, seja porque é ácido demais ou de menos, apresenta uma aspereza deveras desagradável

Analfabeto

Vinho que não sabe ler nem sequer escrever, enfileirando as linhas deste país de vinhos mal instruídos.

Enovaleuaí.

Fonte: Papo de Bar

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Cerveja tem vitamina que combate anemia

Cerveja possui substâncias que ajudam a combater anemia

julho 1, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Uma pesquisa realizada pelaCerveja possui substâncias que ajudam a combater anemia Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) revelou que as cervejas possuem substâncias importantes no combate à anemia e doenças cardiovasculares. Segundo o levantamento, a vitamina B9 – conhecida como ácido fólico é presente também em verduras de cor escura.

A pesquisadora responsável pelo estudo, Ana Cecília Poloni Rybka, afirmou que três tipos da bebida (pilsen, sem álcool e malzibier) foram avaliados. De acordo com os resultados, uma lata de cerveja possui de 17% a 20% da vitamina recomendada para o consumo diário de um adulto.

Além da substância, outros compostos importantes, como antioxidantes, além de outras, responsáveis pelo aparecimento de radicais livres na corrente sanguínea também são encontrados no líquido.

No entanto, a pesquisadora responsável adverte para os perigos do consumo excessivo, que, segundo ela, não garante o suprimento necessário da vitamina. Para ela, a ação pode prejudicar a absorção de outras vitaminas.

Redação: Bárbara Forte
Fonte: Viva Bem / Band

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Algumas madeiras e seus resultados no envelhecimento da cachaça

envelhecimento

junho 25, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

A gente já falou várias vezes aqui sobre o envelhecimento da cachaça. Mas afinal, o que vem a ser isso e quais as mudanças que ele traz à bebida.

O processo de produção do destilado tipicamente brasileiro se divide em extração do caldo, preparo do mosto e do inóculo, inoculação, fermentação e destilação.

Por melhor e mais eficientes que tenham sido as diferentes etapas, a bebida possui sabor ardente e seco. É dessa forma que o período de envelhecimento altera várias características físico-químicas. É um processo indispensável para muitos destilados, garantindo suas propriedades sensoriais.

cachaça envelhecida possui alto valor agregado devido à singularidade de aromassabores e cores do produto que passa por esse processo. Isso porque são usados diferentes tipos de madeiras, ao contrário de outras famosas bebidas como uísque, brandies e até vinhos que são armazenados apenas em barris de carvalho.

Conheça algumas madeiras mais usadas no Brasil. Em um post futuro, continuaremos falando sobre o assunto:

Amburana: deixa a cachaça levemente amarelada, baixa a acidez e diminui o teor alcoólico da bebida, que fica mais suave. Também conhecida como Cerejeira, Amburana-de-Cheiro, Imburana, Umburana, Angelim, entre outros.

Amendoim: rara e em extinção, sua extração é controlada ou proibida por lei. Considerada a mais nobre das madeiras para envelhecimento. Baixa um pouco o teor alcoólico e a acidez da cachaça, preserva e acentua as características naturais como perfume e sabor da bebida.

Bálsamo: resulta em tom dourado brilhante e gosto forte amadeirado.

Carvalho: madeira européia usada há muito para envelhecimento de outras bebidas. Garante cor dourada e sabor suave, agradável, de baixa acidez e levemente adocicado.

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Fonte: Clube do Alambique

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