Cerveja é a bebida preferida do brasileiro para comemorações

​67% dos entrevistados da classe AB apontam a cerveja como a preferida na hora da celebração.

janeiro 6, 2014 | Posted in Artigos, Curiosidades, Notícias

​As festas de final de ano, o verão e o Carnaval se aproximam e, com eles, surgem ótimas oportunidades para celebrar com a família e os amigos. Nestes momentos, nada melhor que uma boa cerveja. Quem diz isso são os próprios brasileiros, conforme pesquisa realizada entre 7 e 11 de novembro pelo IBOPE Inteligência.

​67% dos entrevistados da classe AB apontam a cerveja como a preferida na hora da celebração.

​67% dos entrevistados da classe AB apontam a cerveja como a preferida na hora da celebração. “shutterstock”

A cerveja combina tanto com festa e o astral do país que quase dois terços dos entrevistados (64%) a definem como a bebida preferida do brasileiro para comemorar os bons momentos. Refrigerante, espumante e vinho vêm bem depois, com, respectivamente, 13%, 12% e 5% das citações.

A pesquisa quantitativa em âmbito nacional foi realizada com 1.958 pessoas, entre homens e mulheres com 18 anos ou mais, das classes ABDCE. A margem de erro é de dois pontos porcentuais (2 p.p.) para mais ou para menos.

Estados – A Bahia lidera entre os estados, com 81% dos entrevistados mencionando a bebida com a favorita para celebrar os bons momentos. Logo na sequencia vêm Rio de Janeiro (77%), Minas Gerais (74%) e São Paulo (63%).

Regiões – Os moradores do Centro-Oeste e do Sudeste são os que lideram na preferência pela cerveja nos momentos de celebração, com 68% citando a bebida. Bem de perto vem a população nordestina, com 65%.

Classes sociais – Entre as classes sociais, o destaque vai para o segmento A/B, no qual 67% dos entrevistados apontam a cerveja como a preferida na hora da celebração. A classe C vem logo atrás, com 64%. Entre os integrantes da faixa D/E, 61% mencionam a bebida.

Gênero – Homens e mulheres são companheiros também na preferência cervejeira quando o assunto é comemoração. A liderança é masculina, com 67% deles apontando a bebida como a melhor para celebrações. Mas as mulheres não ficam muito atrás, com 62% das menções.

Fonte: Ibope

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História da bebida que tem sabor de comemoração

espumante

dezembro 29, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

espumante

Champagne é um vinho espumante originário da região de Champagne, que fica a 150 quilômetros de Paris. A sua descoberta é atribuída ao monge Dom Pérignon, cujo nome é hoje uma marca desse tipo de vinho. Ele era o responsável pelas adegas da Abadia de Hautvilleres, naquela região francesa, e ficou curioso com a afirmação dos vinicultores de que certos tipos de vinhos fermentavam novamente depois de engarrafados. Acontece que, nesse processo, os gases estouravam as rolhas ou arrebentavam as garrafas. Dom Pérignon então experimentou garrafas mais fortes e rolhas amarradas com arame, conseguindo obter a segunda fermentação dentro do recipiente. Deste modo surgiu um vinho espumante e delicioso que depois seria batizado de Champagne.

No entanto, havia um problema com o vinho: os resíduos da segunda fermentação permaneciam na garrafa, fazendo com que a bebida tivesse uma aparência feia, o líquido era turvo e não límpido como é hoje. Foi então que a célebre viúva Clicquot (Veuve Clicquot), que também virou uma marca de Champagne, inventou os processos de remuage (girar as garrafas) e dégorgement (degolar). No primeiro os funcionários da adega inclinam e giram as garrafas, fazendo com que os resíduos se descolem do corpo do recipiente e fiquem acumulados no gargalo. Aí então entra o dégorgement, que retira todas as impurezas, fazendo que o vinho fique límpido e transparente.

Até 1846, o Champagne era uma bebida de paladar doce, não existindo o seco (brut) ou o meio seco (demi-sec). Foi uma firma inglesa que primeiro encomendou um vinho espumante sem açúcar, durante certo tempo somente consumido na Inglaterra. Hoje o mundo inteiro aprecia e consome o Champagne seco, mais vendido que o doce.

Neste mês milhões de pessoas em todo o mundo estarão estourando champagnes em comemoração a um novo ano que se inicia.

Fonte: Piquiras

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Sommelier ensina a harmonizar aves da ceia com espumantes

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dezembro 3, 2013 | Posted in Artigos

Para que a ceia fique registrada na memória como um dos momentos mais prazerosos do Natal, é preciso caprichar não apenas no tempero dos pratos salgados, mas também nas bebidas que irão acompanhá-los. Num primeiro momento, pode até parecer complicado harmonizar uma ave com espumante, mas com valiosas dicas de um experiente sommelier será fácil deixar a família inteira com água na boca.

Tradicionalmente indispensáveis no cardápio natalino, aves como peru e chester exigem certa atenção na hora de serem combinadas à badalada bebida, que nada mais é do que um vinho que passa por duas fermentações. Isso porque elas têm um sabor mais suave que os outros alimentos que compõem a ceia, o que pede espumantes mais leves ou de médio corpo.

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Considerado isso, é necessário avaliar o modo de preparo da carne. “Aves assadas sem molho podem ser harmonizadas com espumantes mais frutados, que são mais leves, delicados e aromáticos. Há diversos desse tipo no mercado”, afirma Francisco Costa da Silveira, sommelier do restaurante A Bela Sintra, de São Paulo.

Já os pratos mais elaborados, com algum tipo de molho, pedem bebidas um pouco mais fortes, pois o tempero é capaz de interferir na degustação. E vale a regra: molhos que levam vinho tinto na receita nunca devem ser harmonizados com espumantes leves. “Nesse caso, o melhor mesmo é que sejam do Novo Mundo, produzidos por bons produtores do Chile, Brasil ou Argentina, pois são bastante encorpados”, recomenda Francisco.

Evite o excesso de acidez

Para evitar o excesso de acidez provocado pela comida e pela bebida, dois importantes cuidados devem ser tomados na hora de realizar o casamento dos sabores. O primeiro é balancear comidas mais carregadas na gordura com espumantes mais ácidos, encorpados e amadeirados e o segundo é balancear os molhos mais magros com os espumantes mais leves. “Isso é necessário porque a pessoa que irá consumir o prato pode perceber que ele está sobrando no espumante, pois a função da bebida não é fazer o papel de água e, sim, de harmonizar com o sabor do prato”, completa o especialista.

Agência Hélice

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Dia da Cachaça

dia da cachaça

setembro 13, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

dia da cachaça

O dia da cachaça é comemorado em duas datas no estado de Minas Gerais. No dia 21 de Maio é comemorado o dia estadual da cachaça. Minas Gerais é o único estado do Brasil que tem uma lei específica para a cachaça mineira .

E no dia 13 de setembro é comemorada o dia nacional da cachaça. A data escolhida para o Dia Nacional da Cachaça tem motivo histórico, pois em 13 de setembro de 1661 a coroa portuguesa liberou a produção e comercialização da cachaça no Brasil após a pressão e rebelião dos produtores.
A história remonta ao ano de 1630, quando os portugueses notaram que o mercado da cachaça crescia e o produto tomava o lugar da bagaceira, produzida por eles a partir do bagaço da uva.

Em 1635, o rei de Portugal proibiu a produção e comercialização da cachaça com o objetivo de incentivar o consumo da bagaceira. A pouca fiscalização permitiu a continuidade do comércio da cachaça que, na clandestinidade, virou “moeda de troca”, chegando às colônias da África, para compra de escravos e produtos diversos, sendo que até para os quilombolas a cachaça representava dinheiro na compra de alimentos e produtos.

Em 1659, um novo decreto real proibiu o comércio da cachaça, com os portugueses apertando o cerco aos produtores com ameaças de deportação, apreensão do produto e destruição dos alambiques.

Em 1660, os produtores fluminenses lideraram uma rebelião e tomaram o governo da cidade. Era a Revolta da Cachaça, movimento que abriu caminho para a legalização da cachaça, que ocorreu em 13 de Setembro de 1661 por Ordem Régia.

Um brinde a cachaça!!!!!!!

Fonte: Cachaça e Notícias

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Bebidas: Gin

Dry Martini, feito para guerreiros

julho 6, 2013 | Posted in Artigos, Curiosidades

Ele já foi considerado “bebida de velho”, coisa dos anos 70, da época que nossos pais eram jovens e mais uma porção de infâmias. Hoje volta à cena como forte expressão de sofisticação e bom gosto. Assim como os grandes heróis, tem uma história atribulada e cheia de peculiaridades, com seus primeiros registros no século XI.

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A principal característica do gin é o uso do óleo essencial de zimbro (genièvre do francês e jenever do holandês) adicionado a um álcool de cereais neutro. Como sempre friso, a maioria dos álcoóis é obtida da mesma forma e o processo pós-destilação é que lhes confere as características peculiares de sabor, cor, aroma e textura.

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Fins medicinais ou recreativos?

Desde a idade média são conhecidas as propriedades medicinais do zimbro, tais como:

  • digestivo,
  • antifúngico,
  • antiinflamatório,
  • diurético,
  • anti-reumático,
  • imunoestimulante

…entre mais uma dúzia de aplicações que naquela época poderiam salvar vidas, visto que as condições de higiene e conservação de alimentos eram péssimas. Assim ele tornou-se rapidamente parte da cultura popular como “um santo remédio”.

Foi na Holanda do século XVI que o médico-cientista Franciscus Sylvius concebeu a mistura com álcool que hoje conhecemos como gin, para o tratamento de males como gota, doenças de rim, estômago e cálculos biliares. Ele era vendido em pequenos frascos nas farmácias. E foi assim até a Revolta Holandesa, conflito entre protestantes dos Países Baixos contra católicos do império Espanhol, de 1566-68 a 1609.

Poção da guerra

Os ingleses, aliados dos protestantes, tiveram contato com uma substância considerada calmante – largamente consumida pelos soldados holandeses antes das batalhas. Ao final da guerra ficou conhecida no Reino Unido como “Calma Holandesa”, a qual foi amplamente difundida na Inglaterra uma vez que o governo permitiu sua produção com grãos de baixa qualidade que não serviam para a fabricação de cerveja.

Com o passar do tempo desencadearam-se uma série de problemas de saúde pública ligados ao alcoolismo, o que forçou o governo inglês a tomar medidas duras como aumento dos impostos de produção e restrições nas vendas, sendo necessárias licenças para comercialização. Além disso, os destiladores só poderiam fornecer a vendedores em sua mesma jurisdição, para ter maior controle e fomentar a economia local.

Dry Martini, feito para guerreiros

Dry Martini, feito para guerreiros

Nas colônias britânicas em países tropicais o gin era usado para disfarçar o sabor do quinino usado preventivamente no combate à malária. Mas nos Estados Unidos essa desculpa não colou durante a lei seca e ele tornou-se o principal produto traficado pela máfia italiana, visto que nos anos 20 do século passado cheirar cocaína e fumar maconha eram hábitos de socialização e a bebida que era o grande mal.

O cinco tipos de gin nos dias de hoje

Atualmente existem diversos tipos de gin, que se dividem em cinco grandes grupos classificados pela família aromática dos ingredientes utilizados em suas notas botânicas. São eles:

Clássico: aqueles predominante de zimbro com um ligeiro toque cítrico e picante. São os gins conhecidos secos apesar de que, na verdade, todos os gins são geralmente secos e sem açúcar, por isso estes são denominados ou London Dry Gin.

Exemplo deste tipo de gin: Seagrams, Plymouth, Tanqueray ou 209.

Cítricos: Aqueles em cuja composição botânica é dominada pelos citrinostransversais, aromas e notas de sabor tais como laranja, limão, grapefruit ou tangerina.

Exemplos:: Tanqueray Ten, Larios Londres # 1 ou 12.

Especiados: composição botânica com caráter reforçado de especiarias como coentro, raiz de angélica(ou erva do espírito santo) , raiz de lírio, canela, cardamomo, pimentas dos mais variados tipos e noz-moscada.

Exemplos: Magellan, Citadelle e Brecon.

Herbais: Notas marcantes de ervas como tomilho, hortelã, alecrim, manjericão.

Exemplos: Gin Mare e Blackwoods.

Florais: Aqueles em cuja principal característica vem de flores ou frutos como flor de uva verde, jasmim, violeta, olho de dragão e cassis.

Exemplos: G’Vine Floraison, Fifty Pounds ou Geranium.

Uma curiosidade que merece detaque é que o Steinhaeger também é um gin, o mais notável da Alemanha.

Os Gins no Brasil

Esta é uma bebida pouco consumida atualmente em nosso país, ficando atrás de vodka, cachaça, whisky e tequila. Portanto, somente as grandes indústrias têm porte para manter algumas boas marcas no mercado e os melhores gins do mundo, que geralmente são de alguma destilaria boutique, infelizmente não são encontrados por aqui. O preço do gin no Brasil é uma realidade completamente diferente dos países mais consumidores, mas sinceramente acho que o investimento vale cada gota.

Alguns dos gins mais consumidos na Europa e Ásia são encontrados facilmente por aqui, como o Tanqueray em suas versões London Dry e Ten, o Beefeater, o Gordon’s e o Bombay Sapphire.

Se você nunca bebeu gin ou ainda tem algum tipo de restrição, aconselho começar com marcas nacionais mais acessíveis de forma a ambientar seu paladar, pois o sabor e aroma do gin são completamente diferentes dos demais destilados que conhecemos. São fortes, “assanhados”, visto que gin tem teor alcóolico bem superior a whisky ou tequila, chegando fácil na casa dos 47° ou mais.

Suas portas de entrada podem ser Gilbey’s ou Seagers. Os dois estão na mesma faixa de preço, porém o Gilbey’s é mais aprimorado chegando mais próximo dos importados.

Fonte: Papo de Homem

 

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